Reflexões

COMPETIR E COMPARTILHAR

por Adelvair David - addavid@ig.com.br



Competir em princípio é instinto; está na natureza dos seres. Aperfeiçoa as espécies, garantindo-lhes entre outros fatores a sobrevivência. No homem lhe aprimora as aptidões físicas e intelectuais, desenvolvendo-lhe capacidades latentes, conferindo-lhe coragem e determinação para superar os próprios limites.

Competir é apresentar o seu potencial, fruto dos seus esforços, estudo, trabalho e dedicação, e só é negativo quando se abandona esta idéia para ver no outro um oponente, um adversário, mais ainda, um rival.

O conceito de que aquele que ganha em qualquer modalidade ou atividade humana é o melhor, é errôneo; sempre existirá um que superará o outro; o ganhador apenas mostra que naquele momento estava mais bem preparado para o intento. Quem alcança primeiro assume grande responsabilidade; deveria estar ciente de que não é o melhor, mas sim o que pode oferecer mais, estando mais desenvolvido naquela proposta que os seus iguais; deve sempre estender as mãos auxiliando, compreendendo que, quem tem mais deve dar mais. Afinal, disse-nos o mestre e Senhor Jesus: “(...) muito se pedirá àquele que muito recebeu.”

Compartilhar é mais do que dividir, é disponibilizar o bem que se possui para quem pouco ou nada tem; é oferecer-se prestativo para ensinar, orientar, educar; sentimento contrário ao egoísmo; dá sentido à vida de quem tem para se tornar alguma coisa ou a única opção de quem carece ter.

Compartilhar jamais será o ato de submeter-se, mas sim de participar junto, colocando em comum os valores amealhados no processo de crescimento moral, intelectual e espiritual; é ser probo, consciencioso.

Se o que se possui está acondicionado em celeiros íntimos ou exteriores inúteis, ouçamos o conselho da parábola: “(...) néscio, para quem ficará o que amontoaste?”

A única forma de perpetuar o que se tem é dividindo, para que fique no coração de quem recebeu para sempre.


É PRECISO CONQUISTAR COM AMOR, PARA COMPARTILHAR LIVREMENTE.

Artigo

Abaixo a cultura do gato de botas

Jane Maiolo


É comum realizarmos junto às crianças leituras que possam despertar ou mesmo desenvolver valores morais ligados ao seu cotidiano escolar, social e familiar. O compositor compõe uma música, e a sua obra está terminada. O escultor cinzela o seu mármore , a sua argila e um dia sua obra já acabada realça a beleza desejada por ele, o arquiteto desenha, projeta, trabalha para que a construção carregue sinais de seu talento. Assim também ocorre com o ofício de professor.Ele compõe suas aulas, cinzela com perfeita harmonia sua proposta pedagógica e espera como tantos outros profissionais ver seus sinais no comportamento dos alunos.
A questão moral é perfeitamente ligada à questão educacional, pois impossível conviver 200 dias letivos com crianças sem deixar algo de nós, e digo, o melhor de nós.

Há algumas obras literárias, contos, clássicos que considero altamente destrutivos dos valores morais e comportamentais que desejamos desenvolver,principalmente na Educação Infantil e Ensino Fundamental.
Um exemplo é a obra João e o pé de feijão, na qual o personagem principal coloca para ferver um caldeirão com água e despeja sobre o Gigante aniquilando-o , assim com tranqüilidade.
Na obra O Gato de botas outro absurdo,vemos um gato metido a espertalhão matar, trair ,enganar , mentir, usando artimanhas desonestíssimas para que se dono se de bem na vida,ou seja, a qualquer preço.
Gostaria mesmo que tais obras, na sua grande maioria traduções estrangeiras,fossem esquecidas ou relegadas para outros fins, que não os pedagógicos.
Escolher livros que tragam valores que possam enriquecer a conduta, comportamento e sentimento dos alunos é primordial nos dias atuais, quando cada vez mais estamos acuados, ameaçados, roubados e amedrontados por uma onda de criminalidade infanto-juvenil.
Alguns são apenas crianças ou adolescentes e já fazem roubos, planejam crimes com requintes de sabedoria.
Não reforcemos as tendências negativas que muitos já apresentam, mas que procuremos arduamente estabelecer valores como fraternidade,solidariedade, respeito,dignidade, honradez aos nossos alunos.
A Educação e principalmente os professores podem fazer a opção de formar Homens de Bem.
Urge atender e aceitar a proposta, que não é apenas pedagógica, para a renovação da geração que ai está chegando.


Profª da Rede Municipal de Ensino de Jales
Formada em Letras pela UNIJALES e
Pós-Graduada em Psicopedagogia pela F.E.F.

Ação



Promoção Fraterna

A Asosciação Espírita Bezerra de Menezes de Jales está promovendo um evento para arrecadar fundos relacionados a adequação do prédio as intalações de incêndio. A promoção é Bobó de Frango que será realizado no dia 19 de Abril . Os ingressos estão disponíveis pelo fone: 17 3621 - 6570.



A.E.B.M.

Texto


TEXTO ANTIDEPRESSIVO


Quando você se observar, à beira do desânimo, acelere o passo para a frente, proibindo-se parar. Ore, pedindo a Deus mais luz para vencer as sombras.

Faça algo de bom, além do cansaço em que se veja. Leia uma página edificante, que lhe auxilie o raciocínio na mudança construtiva de idéias. Tente o contato de pessoas, cuja conversação lhe melhore o clima espiritual.Procure um ambiente, no qual lhe seja possível ouvir palavras e instruções que lhe enobreçam os pensamentos.

Preste um favor, especialmente aquele favor que você esteja adiando. Visite um enfermo, buscando reconforto naqueles que atravessam dificuldades maiores que as suas. Atenda às tarefas imediatas que esperam por você e que lhe impeçam qualquer demora nas nuvens do desalento.

Guarde a convicção de que todos estamos caminhando para adiante, através de problemas e lutas, na aquisição de experiência, e de que a vida concorda com as pausas de refazimento das nossas forças, mas não se acomoda com a inércia em momento algum.


ANDRÉ LUIZ

Aconteceu!

Aconteceu neste final de semana o 1º Encontro Regional de Evangelizadores, Pais e Educadores Espíritas, na casa espírita Benedita Fernandes - Jales. O evento contou com a participação do expositor espírita Walter de Oliveira Alves da cidade de Araras SP. Estiveram presentes 16 casas espíritas de nossa região:

Grupo Fora da Caridade Não há Salvação (Olímpia)
Grupo Caminheiros do Bem (Auriflama)
Grupo Comunidade Espírita Cristã Esperança (Fernandópolis)
Grupo Chico Xavier (São Francisco)
Grupo Raimundo Mariano Dias (Birigui)
Grupo Allan Kardec (Palmeira d' Oeste)
Grupo João Batista (Palmeira d' Oeste)
Grupo Maria de Nazaré (Votuporanga)
Grupo Abrigo dos Aflitos (Fernandópolis)
Grupo Caminho de Jesus (Araçatuba)
Grupo Benedita Fernandes (Jales)
Grupo Bezerra de Menezes (Jales)
Grupo Pátria do Evangelho - Meimei (Fernandópolis)
Grupo A Caminho da Luz (Jales)
Grupo Caibar Shutel (Ilha Solteira)
Grupo Maria Dolores (Jales)

Nós tivemos a presença do presidente da U.S.E. Regional Jales, sr. Durval Teodoro. A participação foi da cerca de 70 pessoas, entre evangelizadores, pais e professores. O Encontro ocorreu num clima muito envolvente de amor e de paz.

Seminário


SEMINÁRIO “A ORAÇÃO E A TRILOGIA DA CARIDADE COMO MÉTODOS TERAPÊUTICOS”, CUIABÁ, MT
Material Divulgação – AME-MT



(Benevolência, Indulgência e Perdão)

Local: SENAI PORTO, SITO À AV. XV DE NOVEMBRO, S/N

Período: Sábado: 08:00 ÀS 18:00 - Domingo: 08:00 às 12:00h -

Cuiabá/MT


Idade Mínima: 15 ANOS - Max Inscrições: 500

Inscrições: ABERTAS


PARTICIPAÇÕES:
João Neves

PROJETO MANOEL PHILOMENO DE MIRANDA


Edivaldo Roberto de Oliveira

LAR FABIANO DE CRISTO/CAPEMI


Roberto Lúcio Vieira de Souza


Vice Presidente -AME/BRASIL


Venha participar deste magnífico Seminário.Inscrições gratuitas no site

www.ame-mt.org.br a partir de 20/02/09 a 31/03/09


Contamos com sua presença.

Artigo

O Livro dos Espíritos
Uma Porta Entre o séc. XIX e o XXI

por Plínio Oliveira

Sempre que penso no Livro dos Espíritos de Kardec, reflito muito sobre o contexto histórico, social e cultural em que a obra surgiu. De fato, é impossível compreender qualquer idéia fora do espírito do seu tempo.
Na década de 1850 ainda não havia luz elétrica (a primeira central surgiu em 1850, em Londres, à carvão, e tinha força para iluminar não mais que um quarteirão), não havia rádio, televisão, cinema, computador, internet, automóveis, aviões.
Era ainda o que a historiografia chamou de “Era Vitoriana”, menção à Rainha Vitória, que ampliou significativamente o colonialismo inglês.
A Europa pouco sabia das tradições religiosas das outras partes do mundo e, como efeito da noção vitoriana da supremacia racial do europeu sobre outros povos, sempre que se falava das crenças de não cristãos, era num tom de quase piedade, porque eram consideradas inferiores.
A Ciência engatinhava (e ainda engatinha).
Ainda não houvera Max Planc, Einstein, Freud ou Darwin e Karl Marx ainda não publicara “O Capital”, embora em 1848 já houvesse produzido o seu famosíssimo “Manifesto Comunista” ao lado de Engels.
Os Estados Unidos eram um país agrário, onde os desbravadores do Oeste andavam armados e chamavam os nativos daqueles territórios de “pagãos” ou “infiéis”.
No Brasil o Imperador lutava por introduzir o modo de vida europeu nos costumes brasileiros. Lembremos que antes da vinda da família real portuguesa para cá o idioma mais falado era o Tupi-Guarani. O português foi sendo lentamente absorvido, mas restaram muitas palavras como mandioca, Iguaçu, tapioca, peteca...
Foi num mundo assim, sem petróleo, sem chips, sem anestesia, e onde as instituições democráticas ainda estavam em formação, que Alan Kardec trouxe à luz uma obra cujo valor a história ainda não soube reconhecer, não apenas por tratar com seriedade de temas normalmente desprezados pelos religiosos e pensadores do seu tempo, mas principalmente por incorporar aspectos da verdade universal presentes noutras tradições religiosas, científicas e filosóficas, mas tidas como ingênuas ou exóticas pelo pensador europeu vitoriano.
O curioso é que esse caráter transdisciplinar de O Livro dos Espíritos não foi produto da pesquisa de campo de um estudioso de tradições orientais, como vemos acontecer muito nos dias atuais, mas da comunicação mediúnica de espíritos desejantes de reviverem o cristianismo primitivo – berço de verdades então esquecidas – que despertaram para o interesse dos religiosos ocidentais temas tão diversos como reencarnação, vida em outros planetas, intercomunicação com espíritos, corpos espirituais, realidade extra-física e muito mais.
O Livro dos Espíritos - e o Espiritismo como um todo - foi grande precursor de um tempo que ainda virá, onde, superados os limites que a tecnologia acabou por nos impor, veremos a verdade não mais como uma projeção de imagens numa tela de cinema a que assistimos passivamente, mas como a própria imagem da vida captada na retina de nossa alma.
Estudá-lo, apreciá-lo e cultivá-lo como um vigoroso marco de transformação do pensamento religioso ocidental é indispensável para aqueles que buscam a verdade.
Reconhecer sua transcendência, não obstante suas raízes oitocentistas, é forçoso para qualquer estudante de mente aberta.
O Livro dos Espíritos é um guia para quem deseja transpor a porta do século XIX para o XXI. Apenas se faz necessária a ressalva de que não o transformemos numa camisa de força conceitual, de modo a que, dentro de 100 ou 200 anos, seja necessário que venha um novo Kardec nos libertar de nossos dogmatismos.
É quase desnecessário dizer que, uma vez atravessada a porta, ainda haverá um longo caminho a percorrer.

Encontro de Espiritismo e Humanização

Encontro de Espiritismo e Humanização
Março - 2009

Em março de 2008 realizamos o nosso 1º HUMANIZAR. Foram momentos de reflexões, aprendizados e fraternidade. Queremos muito mais em 2009 e gostaríamos de ter você conosco.

PARTICIPE! Faça a sua
Inscrição.
Mais informações visite:

14º Retiro de Mocidade

O Retiro de Carnaval 2009 foi marcado com muita emoção. Foram 4 dias (sábado à terça, 21 à 24) que a Mocidade Espírita Ivan de Albuquerque da cidade de Jales, realizou mais um Retiro. No seu 14º encontro a a mocidade refletiu, encenou, estudou e iluminou-se num dos dias mais difíceis da humaidade, o Carnaval.
Confira os slides ao lado!

Somente Hoje - CHICO XAVIER